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Alguns Mitos e Verdades sobre o Colesterol

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Alguns Mitos e Verdades sobre o Colesterol

Mensagem por Alisson em Qua Ago 21, 2013 4:06 pm



Praticar atividade física regularmente, auxilia na queima de gordura e na redução do colesterol





 Muitos fatores contribuem para o aumento do colesterol. VERDADE: os principais fatores que ajudam são a alimentação, o sedentarismo e a predisposição genética. "A genética vai influenciar na produção de colesterol pelo organismo - é algo que se herda, simplesmente. Já a prática de atividade física regular auxilia na queima de gordura e na redução do colesterol.

Em relação à alimentação, por fim, podemos dizer que é o elemento determinante e de mais fácil interferência, uma vez que podemos optar por consumir itens que aumentem ou ajudem na redução do componente", destaca a nutricionista Natana Martins, do Herbarium.

A ingestão de alimentos ricos em gordura animal, saturada e trans elevam o colesterol, enquanto priorizar fibras, itens com ômega 3 e fitoesterois (elementos presentes em alimentos gordurosos como semente de girassol e grão da soja) dão uma força para reduzir o LDL e aumentar a HDL. "Doces, frituras, manteiga, margarina, massas, carne vermelha, leite e iogurte integral, queijo amarelo, ovo, bebida alcoólica, refrigerante, fast food e alimentos industrializados são os principais vilões", conclui a também nutricionista Vanderli Marchiori.

O colesterol vem de duas fontes: o organismo e a alimentação. VERDADE: o próprio organismo produz o colesterol no fígado, e o restante vem do que se ingere. Como o colesterol é uma gordura, não se dissolve no sangue. Assim, para se deslocar pela corrente sanguínea, tem que ser incorporado a algumas proteínas, dando origem a lipoproteína. As principais são as de baixa intensidade, LDL, e as de alta densidade, HDL. "O colesterol é fundamental para a sobrevivência do ser humano, por isso o organismo o produz. Ao se somar a este montante garantido pelo próprio corpo, o que vem com a alimentação contribui para elevar as taxas", observa o cardiologista Marcel Vieira Coloma.


Quem tem tendência a colesterol elevado, precisa restringir o consumo de alimentos de origem animal. VERDADE: a gordura saturada, presente principalmente em itens de origem animal, aumenta a quantidade de colesterol no organismo. Então, vale ingerir com parcimônia óleos, leite não desnatado, ovos e carne vermelha, além, claro, dos industrializados como bolos, biscoitos, chocolates, tortas, sorvetes. Já as gorduras insaturadas, encontradas em alimentos de origem vegetal, são benéficas, e aí se incluem óleos vegetais (oliva, canola, soja, milho, girassol), nozes, avelãs e abacate.


O colesterol desempenha várias funções importantes no organismo. VERDADE: trata-se de um composto vital que participa, por exemplo, da produção de hormônios sexuais, vitamina D e bile, esta última necessária para realizarmos a digestão das gorduras vindas da alimentação. "Ele participa, ainda, da síntese de vitamina E e previne contra perdas excessivas de água por evaporação, o que acarretaria problemas de desidratação e morte", salienta a nutricionista Vanderli Marchiori, especialista em Nutrição Clínica Funcional. Tipo de lipídio presente em cérebro, nervos, músculos, pele, fígado, intestino e coração, 70% é fabricado naturalmente pelo próprio organismo, no fígado, enquanto os outros 30% vêm da alimentação.


A gema de ovo é uma das maiores fontes de colesterol. VERDADE: o ovo traz uma grande quantidade de colesterol na gema, cerca de 200 mg, que é mais do que 2/3 do limite recomendado pela American Heart Association, que é de 300 mg por dia. Mas é importante levar em conta que apenas parte do colesterol dos alimentos chega à corrente sanguínea e, se a ingestão desta gordura aumenta, o organismo compensa produzindo-a em menor quantidade. Por isso, a dica é não exagerar, ingerindo de um a dois ovos por semana. "Além da gema, as outras principais fontes de colesterol são leite e derivados, carne bovina, pele de aves e vísceras", ressalta a nutricionista Natana Martins.


É bom evitar óleo de soja, que tem colesterol. MITO: conforme explica a nutricionista Natana Martins, o óleo de soja é de origem vegetal e, portanto, não tem colesterol. Para ficar bem entendido: esta substância é o principal esterol sintetizado pelos animais e não está presente em nenhum produto de origem vegetal.


A berinjela ajuda a combater o colesterol. VERDADE: "O extrato seco de berinjela em cápsulas auxilia na redução deste índice", assegura Vanderli Marchiori, formada pelo Manchester Institute of Medicine, acrescentando que tal propriedade se deve aos flavonoides, especialmente as antocianinas e as saponinas. "Estes fitoquímicos, em conjunto, "roubam" o colesterol do sangue". Estudo científico realizado com animais concluiu o efeito positivo da berinjela nos níveis de colesterol porque o vegetal, rico em fibras, sais minerais, vitaminas e flavonoides, inibe a absorção da gordura no intestino. "Com boa quantidade de fibras e pouca de gordura, assim com a chia e outros alimentos vegetais, a berinjela atua positivamente no combate ao colesterol", completa a nutricionista Natana Martins, da Herbarium.


Alguns sintomas ajudam a perceber que o colesterol está alto. MITO: quando este índice está elevado, o organismo não dá sinais. "Sua evolução é silenciosa, o que o torna ainda mais perigoso, visto que só chama a atenção quando já atingiu um patamar muito elevado", adverte a nutricionista Natana Martins. "A hipercolesterolemia em geral é assintomática", completa a colega Vanderli Marchiori. "Para saber se o colesterol está alterado, é preciso fazer um exame de sangue. Daí a necessidade de procurar médicos para checagem geral, que incluirá esta dosagem", conclui o cardiologista Marcel Vieira Coloma.


 O colesterol alto só acomete pessoas idosas. MITO: o distúrbio pode ocorrer em qualquer indivíduo e de qualquer idade, embora seja mais comum nos que apresentam um estilo de vida associado à falta de exercícios físicos e alimentação inadequada. "Há pessoas que já nascem com alterações genéticas que deixam a taxa alta desde muito cedo", afirma a secretária geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, Vanderli Marchiori.

A também nutricionista Natana Martins concorda: "A disfunção tem acometido cada vez mais jovens e adultos. Apesar de sua prevalência em idosos, pode inclusive acometer crianças". Neste último caso, o motivo é que existe um componente genético que afeta a dosagem. "A preocupação, no entanto, deve ser sempre maior com as pessoas de idade avançada, que em geral já apresentam fatores que contribuem para riscos de doenças cardiovasculares", complementa o médico Marcel Vieira Coloma, membro da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj).     


Gorduras saturadas têm grande impacto sobre o aumento dos níveis de colesterol. VERDADE: "Nós absorvemos metade do colesterol que ingerimos na dieta. A absorção de gordura saturada tem efeito direto sobre as taxas de colesterol, e o consumo de gordura trans, além de aumentar este índice, ainda diminui os patamares do bom colesterol. Por isso, entendemos que estas duas gorduras são muito prejudiciais", diz a nutricionista Vanderli Marchiori. A colega Natana Martins completa dizendo que são gorduras inflamatórias e que comprovadamente aderem às paredes de vasos e artérias, aumentando os riscos de doenças coronarianas.


O colesterol alto pode ser combatido só com medicamentos. MITO: a disfunção pode ser controlada com um tratamento que tenha dieta personalizada, atividade física e fitoterápicos ou alimentos funcionais, defende a colaboradora técnica da Associação Paulista de Nutrição, Vanderli Marchiori. Se, no entanto, o paciente apresentar taxas muito elevadas de colesterol, em um quadro associado a outras disfunções, é possível que tenha de fazer uso de medicamentos. "Por isso, a orientação é se submeter a exames regulares sempre, de forma que a intervenção seja feita com segurança pelo médico ou nutricionista", complementa a colega Natana Martins.


 O colesterol alto pode ser herdado. VERDADE: o indivíduo herda a predisposição para ter o problema, mas é bom deixar claro que a genética equivale a apenas 25%, enquanto os outros 75% são originados por alimentação e hábitos de vida inadequados. "Na chamada hipercolesterolemia familiar, a criança apresenta produções elevadas de colesterol. Felizmente, não são casos muito comuns", diz a nutricionista Natana Martins. Importante: não quer dizer que a pessoa com histórico do problema na família esteja condenada a também sofrer com o distúrbio: o que existe é uma propensão maior, que pode ou não ser desenvolvida.  


 Se a pessoa está obesa, é quase certo que terá um nível alto de colesterol. MITO: há obesos que comem mal, não fazem exercício físico e, mesmo assim, não têm alterações no colesterol. "Mas acredito que, na maioria dos casos, obesidade e sedentarismo contribuem muito para o problema, sim", diz a nutricionista e fitoterapeuta Vanderli Marchiori. "Em geral, indivíduos com excesso de peso normalmente associado ao acúmulo de gordura na região abdominal apresentam níveis baixos de HDL, colesterol bom, e elevados de LDL, colesterol ruim", completa a também nutricionista Natana Martins.

O cardiologista Marcel Vieira Coloma argumenta que, da mesma forma que existem obesos com colesterol normal, há magros com o índice alterado. "Os componentes genéticos explicam o fato. Entretanto, pessoas com excesso de peso importante têm maior risco de sofrer com colesterol alto em comparação com quem está em paz com a balança. Alimentação com grande quantidade de gordura, associada à falta de exercícios, é determinante, porém a carga genética também terá sua influência". 


Uma das melhores formas de combater o problema é fazer exercícios físicos. VERDADE: "O caminho mais recomendado para prevenir o problema é associar atividade física a uma alimentação saudável, com baixa ingestão de gorduras de origem animal, saturadas e trans, e um alto consumo de alimentos integrais, ômega 3 e fitoesterois", defende a nutricionista Natana Martins. Normalmente, a primeira conduta recomendada para quem aparece com níveis elevados de colesterol é mudar o estilo de vida. "Depois, o médico analisa os resultados e define se é preciso utilizar medicamentos ou não." Os exercícios aeróbios são os mais indicados para perder peso, controlar a pressão arterial e interferir no colesterol, aumentando o HDL e diminuindo o LDL.


Uma taça de vinho por dia ajuda a aumentar o colesterol bom e diminuir o ruim. PARCIALMENTE VERDADE: a nutricionista Natana Martins reconhece que há estudos comprovando que o consumo de uma taça de vinho ao dia auxilia no controle do colesterol por sua função antioxidante. "Mas não vale exagerar, o resultado não é proporcional à dose!". A colega Vanderli Marchiori argumenta que o vinho tinto é rico em resveratrol, que reduz os níveis de LDL, "porém não aumenta os de HDL". Então, em vez de recorrer à bebida para solucionar o problema, vale aderir à dupla reeducação alimentar e exercício físico, que não tem erro.


Crianças também podem ter colesterol alterado. VERDADE: além da propensão genética, há que se levar em conta o alto contingente de crianças que, hoje, abusam de refrigerante, fast food e alimentos industrializados. O ideal é que o primeiro exame de avaliação seja realizado aos 12 anos. Porém, se a criança for obesa, a partir dos três anos já é possível verificar se há alterações nas taxas.


Fumar influencia no colesterol. VERDADE: conforme informa a nutricionista Natana Martins, o tabagismo tem ação sobre os níveis de colesterol e ainda provoca maior sensibilidade dos vasos sanguíneos, aumentando as chances de se desenvolver doenças cardiovasculares: "A nicotina presente no cigarro causa constrição dos vasos." O cardiologista Marcel Vieira Coloma informa que o fumo aumenta o colesterol ruim (LDL) e os triglicerídeos, assim como reduz o bom (HDL). "E tanto este vício como o colesterol elevado elevam as chances de se desenvolver doenças cardiovasculares".


Para se livrar do problema, basta investir na reeducação alimentar. PARCIALMENTE VERDADE: para prevenir o problema, o primeiro passo é a reeducação à mesa. "A dieta habitual dos brasileiros vem priorizando alimentos prontos, normalmente com quantidades elevadas de gorduras ruins, associados a um alto consumo de massas. Para controlar os níveis de colesterol, é imprescindível investir em boas quantidades de fibras, ácidos graxos insaturados, como ômega 3, presente na chia e principalmente no óleo de chia, e em fitoesteróis. Mas esta boa alimentação tem que estar associada à prática regular de ginástica ou esporte", enfatiza a nutricionista Natana Martins.

A colega Vanderli Marchiori sugere consumo regular e constante de itens ricos em ômega 3, como óleo de peixe, grão de chia, farinha de chia, óleo de chia em cápsulas e cápsulas de berinjela. "Beber chá verde diariamente também auxilia na redução do colesterol." Se, apesar de todas essas condutas adequadas, a taxa continuar elevada, pode ser necessária a administração de algum remédio, prescrito pelo médico.


Alguns medicamentos ajudam no controle da taxa. VERDADE: de acordo com as nutricionistas Vanderli Marchiori e Natana Martins, a principal classe de medicamentos que atua no controle são as estatinas. "Elas inibem uma molécula-chave na produção interna de colesterol, que leva a uma maior captação do colesterol que está na corrente sanguínea. Assim, reduzem de 15% a 55% os níveis de LDL (colesterol "ruim"). Os fitoesteróis, por sua vez, são classificados como alimentos funcionais e auxiliam na redução da absorção de gordura. Podem ser utilizados isoladamente ou associados a medicamentos como coadjuvantes", diz Martins Flavio Florido.
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